Carta de um bebê
By : UnknownEsta noite acordei estranhando o silêncio.
Não havia barulho algum e pensei que o mundo tinha até acabado e você, mamãe, esquecido de mim. Coloquei a boca no trombone e você veio. Ainda bem! Fiquei tão feliz no calor do seu peito que acabei pegando no sono antes de mamar tudo o que precisava. Quando percebi que você ia colocar-me no berço, chorei de novo, mas não tente negar: você estava com pressa para ir dormir outra vez.
Você deu seu seio para eu mamar novamente, assim meio apressadinha e depois resolveu trocar a minha fralda. Estava tudo tão calmo, um silêncio, nós dois juntinhos, tão legal que eu perdi o sono. Você até que foi compreensiva, mas começou a bocejar e resolveu fazer eu dormir. Eu não queria dormir. Talvez precisasse de mais dez minutos, meia hora.
Mas você estava mesmo decidida a dormir. Foi ficando bem nervosa e até chamou o papai. Eu não queria o papai e todos fomos ficando muito irritados. No final das contas acordei a casa inteira cinco vezes.
De manhã nossa família estava com cara de quem saiu do baile. Acho que estraguei tudo.
Imagina, você chegou a dizer para o papai que eu estou com problema de sono. Eu não! Você é que vem me dar de mamar com pressa e daí eu sinto que você não quer mais ficar comigo.
Os adultos têm hora certa para tudo, mas eu ainda não entendi essas de relógio e tarefas estressantes que as pessoas grandes precisam fazer. Quando meu corpo está com o seu, quero ficar do seu lado sem me separar nunquinha. Do alto dos meus três meses ainda não descobri direito que você é uma pessoa e eu sou outra, vivo uma tal de simbiose.
Um dia, eu vou sair por aí, vou saber telefonar e posso deixar você doida para saber o que ando fazendo; então você vai entender como me sinto agora. Mas não precisamos dessa guerra, mamãe. Até lá já poderemos nos entender inclusive através das palavras. Sinto a angústia da separação pois terminei de viver uma das grandes. Você também, mas vive tudo isso como adulta consciente. Eu ainda vivo no inconsciente.
Por enquanto nossa comunicação direta fica restrita aos nossos sentimentos inconscientes. Eu não sei nada, tudo é novo para mim. Você pode até achar que não sabe nada e que tudo é novo para você, mas eu vou aprender o que você me ensinar através da sua sensibilidade, dos seus sentimentos em relação a mim.
Sabe, mamãe, se você quer um conselho, vou dar: quando eu chorar à noite, não salta logo para meu berço desesperada, como se o mundo fosse acabar. Espere um pouquinho, respire profundamente, ouça o meu choro até que ele atinja o seu coração. Sinta seu tempo, realmente acorde e venha me pegar. Me abrace devagar, não acenda a luz, fale bem baixinho e me dê o seu peito para eu mamar. Depois que eu arrotar, mais um pouco só de paciência, pois nós, bebês, somos muito sensíveis aos sentimentos dos adultos, especialmente os da mamãe. Se eu sentir que você está com pressa, sou capaz de armar o maior barraco, mas se você esperar até o meu segundo suspiro, quando meus olhos ficarem bem fechados, minhas mãos e pernas bem molenguinhas, aí sim pode colocar-me de volta no berço que eu não acordo antes de sentir fome outra vez.
Conforme você for desenvolvendo sua paciência, mamãe, eu estarei desenvolvendo minha tranqüilidade e nós não teremos mais noites infernais; apenas noites de mamãe/bebê, que um dia passam, como tudo na vida.
Texto de Cláudia Rodrigues, jornalista, educadora somática e escritora do livro "Bebês de mamães mais que perfeitas", da Editora Centauro, Coleção Voz da Criança, Volume 1 (páginas 59-60)
Não havia barulho algum e pensei que o mundo tinha até acabado e você, mamãe, esquecido de mim. Coloquei a boca no trombone e você veio. Ainda bem! Fiquei tão feliz no calor do seu peito que acabei pegando no sono antes de mamar tudo o que precisava. Quando percebi que você ia colocar-me no berço, chorei de novo, mas não tente negar: você estava com pressa para ir dormir outra vez.
Você deu seu seio para eu mamar novamente, assim meio apressadinha e depois resolveu trocar a minha fralda. Estava tudo tão calmo, um silêncio, nós dois juntinhos, tão legal que eu perdi o sono. Você até que foi compreensiva, mas começou a bocejar e resolveu fazer eu dormir. Eu não queria dormir. Talvez precisasse de mais dez minutos, meia hora.
Mas você estava mesmo decidida a dormir. Foi ficando bem nervosa e até chamou o papai. Eu não queria o papai e todos fomos ficando muito irritados. No final das contas acordei a casa inteira cinco vezes.
De manhã nossa família estava com cara de quem saiu do baile. Acho que estraguei tudo.
Imagina, você chegou a dizer para o papai que eu estou com problema de sono. Eu não! Você é que vem me dar de mamar com pressa e daí eu sinto que você não quer mais ficar comigo.
Os adultos têm hora certa para tudo, mas eu ainda não entendi essas de relógio e tarefas estressantes que as pessoas grandes precisam fazer. Quando meu corpo está com o seu, quero ficar do seu lado sem me separar nunquinha. Do alto dos meus três meses ainda não descobri direito que você é uma pessoa e eu sou outra, vivo uma tal de simbiose.
Um dia, eu vou sair por aí, vou saber telefonar e posso deixar você doida para saber o que ando fazendo; então você vai entender como me sinto agora. Mas não precisamos dessa guerra, mamãe. Até lá já poderemos nos entender inclusive através das palavras. Sinto a angústia da separação pois terminei de viver uma das grandes. Você também, mas vive tudo isso como adulta consciente. Eu ainda vivo no inconsciente.
Por enquanto nossa comunicação direta fica restrita aos nossos sentimentos inconscientes. Eu não sei nada, tudo é novo para mim. Você pode até achar que não sabe nada e que tudo é novo para você, mas eu vou aprender o que você me ensinar através da sua sensibilidade, dos seus sentimentos em relação a mim.
Sabe, mamãe, se você quer um conselho, vou dar: quando eu chorar à noite, não salta logo para meu berço desesperada, como se o mundo fosse acabar. Espere um pouquinho, respire profundamente, ouça o meu choro até que ele atinja o seu coração. Sinta seu tempo, realmente acorde e venha me pegar. Me abrace devagar, não acenda a luz, fale bem baixinho e me dê o seu peito para eu mamar. Depois que eu arrotar, mais um pouco só de paciência, pois nós, bebês, somos muito sensíveis aos sentimentos dos adultos, especialmente os da mamãe. Se eu sentir que você está com pressa, sou capaz de armar o maior barraco, mas se você esperar até o meu segundo suspiro, quando meus olhos ficarem bem fechados, minhas mãos e pernas bem molenguinhas, aí sim pode colocar-me de volta no berço que eu não acordo antes de sentir fome outra vez.
Conforme você for desenvolvendo sua paciência, mamãe, eu estarei desenvolvendo minha tranqüilidade e nós não teremos mais noites infernais; apenas noites de mamãe/bebê, que um dia passam, como tudo na vida.
Texto de Cláudia Rodrigues, jornalista, educadora somática e escritora do livro "Bebês de mamães mais que perfeitas", da Editora Centauro, Coleção Voz da Criança, Volume 1 (páginas 59-60)
Sono independente
By : UnknownÉ claro que as crianças não querem dormir sozinhas! Não querem, nem precisam. Os bebês que não estão em contato com o corpo de suas mães, experimentam um universo sombrio e vazio que está bem longe do bem-estar que os trouxe a partir do período em que viveram no amor do ventre de suas mães. Recém-nascidos não estão prontos para um salto para o nada: um lugar sem nenhum movimento, nenhum cheiro, nenhum som, nenhuma sensação de vida. Esta separação do corpo da mãe provoca mais sofrimento do que podemos imaginar e define um contra senso na relação mãe-filho.
Tudo bem se nós trazemos as crianças para a cama. Nós todos seremos felizes. Você só precisa estar atenta para se certificar de que a criança vai dormir com um sorriso, que a noite é suave e não há nada que possa ser contraproducente, quando não há bem-estar. Infelizmente, as mães jovens não estão conscientes da sua capacidade de compreender os desejos de nossos filhos que estão inconfundivelmente claros.
Circula socialmente a ideia que satisfazer a necessidade de um bebê os transformam em “mimados”, mas, paradoxalmente, e novamente obter o resultado oposto ao esperado, pois, à medida que dormimos corpo a corpo com nossos bebês, também os tocamos e os apertamos… Eles irão reclamar mais e mais. Considere que o “tempo” para as crianças é visto como um fato doloroso e comovente se a mãe não comparece, ao contrário das experiências no útero, onde cada necessidade foi atendida imediatamente.
Agora, a espera, dói. Se as crianças têm de esperar muito tempo para encontrar conforto nos braços de sua mãe, se agarram aos peitos vigorosamente, mordendo, ferindo ou chorando, só para terem acesso ao corpo materno. O medo é a principal companhia, porque sabem que a ausência da mãe voltará a qualquer momento para atormentá-los. As crianças têm direito de exigir o contato físico, porque são totalmente dependentes dos cuidados maternos.
Precisamos ter a consciência do seu estado de fragilidade e sabendo o que todos os bebês saudáveis necessitam ao nascer: exigem cuidados básicos adequados para a sua sobrevivência. A noite é longa e escura, e nenhuma criança deveria passar por isso sozinha. Por quanto tempo? Até que a criança não necessite mais.
Por Laura Gutman
Tudo bem se nós trazemos as crianças para a cama. Nós todos seremos felizes. Você só precisa estar atenta para se certificar de que a criança vai dormir com um sorriso, que a noite é suave e não há nada que possa ser contraproducente, quando não há bem-estar. Infelizmente, as mães jovens não estão conscientes da sua capacidade de compreender os desejos de nossos filhos que estão inconfundivelmente claros.
Circula socialmente a ideia que satisfazer a necessidade de um bebê os transformam em “mimados”, mas, paradoxalmente, e novamente obter o resultado oposto ao esperado, pois, à medida que dormimos corpo a corpo com nossos bebês, também os tocamos e os apertamos… Eles irão reclamar mais e mais. Considere que o “tempo” para as crianças é visto como um fato doloroso e comovente se a mãe não comparece, ao contrário das experiências no útero, onde cada necessidade foi atendida imediatamente.
Agora, a espera, dói. Se as crianças têm de esperar muito tempo para encontrar conforto nos braços de sua mãe, se agarram aos peitos vigorosamente, mordendo, ferindo ou chorando, só para terem acesso ao corpo materno. O medo é a principal companhia, porque sabem que a ausência da mãe voltará a qualquer momento para atormentá-los. As crianças têm direito de exigir o contato físico, porque são totalmente dependentes dos cuidados maternos.
Precisamos ter a consciência do seu estado de fragilidade e sabendo o que todos os bebês saudáveis necessitam ao nascer: exigem cuidados básicos adequados para a sua sobrevivência. A noite é longa e escura, e nenhuma criança deveria passar por isso sozinha. Por quanto tempo? Até que a criança não necessite mais.
Por Laura Gutman
Maternidade Negativa
By : UnknownA Maternidade Negativa existe e existe principalmente no ideal da nossa cultura ocidental de que a mulher que se dedica á maternidade plenamente está de fato cometendo um grande erro. Erra em se dedicar exclusivamente ao bebê, em amamentar por longos períodos, erra em fazer deste momento algo sacrificial.
A autora Laura Gutman em seu livro " A Maternidade e o encontro com a própria sombra" diz que: "Ser maternal implica abnegação, tolerância, amor incondicional, entrega, doçura, paciência, compreensão, altruísmo...todas as qualidades necessárias para que as mulheres sejam capazes de criar os seus filhos sem enlouquecer".
E, diante de tantos desafios que envolvem essa maternidade, ela pode vir a ser negativa, pois é quase impossível aos olhos dessa sociedade exigente em que vivemos, que essa mulher disponha de todos esses atributos ao mesmo tempo. Antes que enlouqueça a si e a sua família, resolve-se o problema fazendo dela essa maternidade negativa: é mais fácil de ser encarada e essa mulher pode desenvolver todas as outras milhares de atribuições que esta mesma sociedade a impõe.
Mas a sociedade (digo sociedade: família, trabalho, relações sociais) impõem a esta mesma mulher um número semelhante de outros atributos: mulher sexy, magra, amante, profissional, esposa, estudante, dona de casa, mãe responsável pelos seus filhos, filha que cuida dos pais na velhice, amiga, entre outros.
Cabe a mulher a função de gerar uma criança e essa mulher que lhe é exigida tantos atributos, é bombardeada se não os cumpre plenamente. Não existe culto ao corpo negativo, não existe esposa negativa, não existe mulher no mercado de trabalho negativa, não existe dona de casa (que cuida da casa em si) negativa, mas existe mulher maternal negativa. Por quê?
Porque a mulher, ao longo dos anos de sua trajetória feminista, internalizou o conceito de sua própria figura feminina idealizada: aquela figura que sempre deve ser dócil, amável e principalmente tolerante. Confundimos o conceito de ser mãe e mulher ao mesmo tempo, em tudo o que fazemos. Se profissionais, a nossa atuação geralmente é em profissões que reforçam o nosso lado maternal e geralmente mal remuneradas; e aceitamos isso porque nos deixamos levar muitas vezes por estes sentimentos altruístas da maternidade. Se somos profissionais sérias, que disputamos cargos masculinos, radicalizamos, deixando o nosso lado materno de lado e nos incorporamos desta racionalidade masculina.
E, deixamos a maternidade a cargo de outras pessoas...
Creio que o único caminho para a transformação da Maternidade Negativa em Positiva, é o nível de maturidade que nós mulheres desenvolveremos a partir da prática constante de sermos responsáveis por nossos escolhas, escolhas essas que devem ser incontestáveis pelo grau de seriedade e comprometimento que dispomos da nossa insubstituível capacidade de gerar, nutrir e cuidar dos nossos filhos. Enquanto deixarmos transparecer fragilidade, insegurança e dúvida, contribuiremos para a perpetuação da maternidade negativa.
Ainda, é necessário um esforço genuíno no que diz respeito ao desprendimento de valores culturais fortemente arraigados em nosso inconsciente cultural dessa maternidade. O momento da maternidade na vida de uma mulher é o momento de libertação do ser menina, para o ser mulher de fato. A maternidade positiva é o momento de confronto de nossa menina mulher interior com a mulher real, com um bebê real em seus braços. Aquela menina que passou a vida toda se preparando para este momento: sendo mãe de suas bonecas, sendo educada para ser tornar uma mãe de fato.
A sociedade impõe tantos atributos porque essa mãe real precisa florescer: ela é garantia de crianças saudáveis e bem cuidadas. Mas muitas vezes a sociedade se esquece que ela também foi essa menina um dia... Só poderemos abdicar de uma maternidade negativa quando a maternidade positiva for internalizada e plenamente vivenciada por nós.
Por favor, nos dêem tempo para sermos nós mesmas com os nossos filhos? Eles precisam de tempo, cuidado, dedicação e nós mães do mesmo tempo, cuidado e dedicação, pois nesse momento mãe e bebê são uma coisa só. Totalmente dependentes e interdependentes um do outro.
Que possamos exercitar a nossa maternidade positiva até o pleno convencimento. Nada menos do que isso.
A autora Laura Gutman em seu livro " A Maternidade e o encontro com a própria sombra" diz que: "Ser maternal implica abnegação, tolerância, amor incondicional, entrega, doçura, paciência, compreensão, altruísmo...todas as qualidades necessárias para que as mulheres sejam capazes de criar os seus filhos sem enlouquecer".
E, diante de tantos desafios que envolvem essa maternidade, ela pode vir a ser negativa, pois é quase impossível aos olhos dessa sociedade exigente em que vivemos, que essa mulher disponha de todos esses atributos ao mesmo tempo. Antes que enlouqueça a si e a sua família, resolve-se o problema fazendo dela essa maternidade negativa: é mais fácil de ser encarada e essa mulher pode desenvolver todas as outras milhares de atribuições que esta mesma sociedade a impõe.
Mas a sociedade (digo sociedade: família, trabalho, relações sociais) impõem a esta mesma mulher um número semelhante de outros atributos: mulher sexy, magra, amante, profissional, esposa, estudante, dona de casa, mãe responsável pelos seus filhos, filha que cuida dos pais na velhice, amiga, entre outros.
Cabe a mulher a função de gerar uma criança e essa mulher que lhe é exigida tantos atributos, é bombardeada se não os cumpre plenamente. Não existe culto ao corpo negativo, não existe esposa negativa, não existe mulher no mercado de trabalho negativa, não existe dona de casa (que cuida da casa em si) negativa, mas existe mulher maternal negativa. Por quê?
Porque a mulher, ao longo dos anos de sua trajetória feminista, internalizou o conceito de sua própria figura feminina idealizada: aquela figura que sempre deve ser dócil, amável e principalmente tolerante. Confundimos o conceito de ser mãe e mulher ao mesmo tempo, em tudo o que fazemos. Se profissionais, a nossa atuação geralmente é em profissões que reforçam o nosso lado maternal e geralmente mal remuneradas; e aceitamos isso porque nos deixamos levar muitas vezes por estes sentimentos altruístas da maternidade. Se somos profissionais sérias, que disputamos cargos masculinos, radicalizamos, deixando o nosso lado materno de lado e nos incorporamos desta racionalidade masculina.
E, deixamos a maternidade a cargo de outras pessoas...
Creio que o único caminho para a transformação da Maternidade Negativa em Positiva, é o nível de maturidade que nós mulheres desenvolveremos a partir da prática constante de sermos responsáveis por nossos escolhas, escolhas essas que devem ser incontestáveis pelo grau de seriedade e comprometimento que dispomos da nossa insubstituível capacidade de gerar, nutrir e cuidar dos nossos filhos. Enquanto deixarmos transparecer fragilidade, insegurança e dúvida, contribuiremos para a perpetuação da maternidade negativa.
Ainda, é necessário um esforço genuíno no que diz respeito ao desprendimento de valores culturais fortemente arraigados em nosso inconsciente cultural dessa maternidade. O momento da maternidade na vida de uma mulher é o momento de libertação do ser menina, para o ser mulher de fato. A maternidade positiva é o momento de confronto de nossa menina mulher interior com a mulher real, com um bebê real em seus braços. Aquela menina que passou a vida toda se preparando para este momento: sendo mãe de suas bonecas, sendo educada para ser tornar uma mãe de fato.
A sociedade impõe tantos atributos porque essa mãe real precisa florescer: ela é garantia de crianças saudáveis e bem cuidadas. Mas muitas vezes a sociedade se esquece que ela também foi essa menina um dia... Só poderemos abdicar de uma maternidade negativa quando a maternidade positiva for internalizada e plenamente vivenciada por nós.
Por favor, nos dêem tempo para sermos nós mesmas com os nossos filhos? Eles precisam de tempo, cuidado, dedicação e nós mães do mesmo tempo, cuidado e dedicação, pois nesse momento mãe e bebê são uma coisa só. Totalmente dependentes e interdependentes um do outro.
Que possamos exercitar a nossa maternidade positiva até o pleno convencimento. Nada menos do que isso.
Tudo sobre uma amamentação de sucesso
By : UnknownDentre todo o processo, há coisas pontuais que você precisa saber e elas são a garantia de uma amamentação de sucesso:
1ª fase – O leite é mais “aguado”, transparente e tem maior concentração de água para que possa saciar a sede de seu bebê;
2ª fase – O leite começa a ter uma aparência mais esbranquiçada e há predominância de proteínas, necessárias para o desenvolvimento do organismo do bebê;
3ª fase – O leite é mais “forte”, branco e há predominância de gordura, necessária para o ganho de peso do bebê.
É necessário que o bebê arrote no intervalo de cada mamada. Isso irá garantir o não acúmulo de gases que provocam as cólicas.O processo da amamentação ocorre por gotejamento, imagine que o intestino do bebê é do tamanho de uma “bola de gude” e está em processo de maturação.
O uso de outros leites neste momento podem prejudicar e irritar a parede intestinal do bebê, provocando inclusive fortes cólicas.
Se a mãe vier a ter fissuras ou rachaduras, a orientação é que ela continue amamentando (e suporte a dor) para evitar o empedramento das mamas e as mastites, que são os entupimentos dos ductos, que causam febre inclusive.
Se a mãe produz muito leite e o bebê não consegue dar conta da demanda (engasgando por exemplo, o reflexo natural é puxar a cabeça para traz, impedido a força da ejeção) é recomendável que a mãe ordenhe um pouco as mamas antes de cada mamada.
- Você é plenamente capaz de nutrir o seu bebê;
- Se conecte profundamente à este momento e se entregue ao seu bebê;
- Lembre-se que ambos estão se ajustando a esta nova prática e o aprendizado é em conjunto;
- O Bebê deve abocanhar toda a aréola e não só o bico;
- Ele deve estar “barriga com barriga” com você;
- O tempo médio das mamadas em cada mama é de 15 a 20 minutos (mas cada bebê possui um padrão de sucção distinto);
- Bebês neste período são muito sonolentos e precisam de estímulo: alterne as posições das mamadas, por exemplo;
1ª fase – O leite é mais “aguado”, transparente e tem maior concentração de água para que possa saciar a sede de seu bebê;
2ª fase – O leite começa a ter uma aparência mais esbranquiçada e há predominância de proteínas, necessárias para o desenvolvimento do organismo do bebê;
3ª fase – O leite é mais “forte”, branco e há predominância de gordura, necessária para o ganho de peso do bebê.
É necessário que o bebê arrote no intervalo de cada mamada. Isso irá garantir o não acúmulo de gases que provocam as cólicas.O processo da amamentação ocorre por gotejamento, imagine que o intestino do bebê é do tamanho de uma “bola de gude” e está em processo de maturação.
O uso de outros leites neste momento podem prejudicar e irritar a parede intestinal do bebê, provocando inclusive fortes cólicas.
Se a mãe vier a ter fissuras ou rachaduras, a orientação é que ela continue amamentando (e suporte a dor) para evitar o empedramento das mamas e as mastites, que são os entupimentos dos ductos, que causam febre inclusive.
Se a mãe produz muito leite e o bebê não consegue dar conta da demanda (engasgando por exemplo, o reflexo natural é puxar a cabeça para traz, impedido a força da ejeção) é recomendável que a mãe ordenhe um pouco as mamas antes de cada mamada.
Nada deve ser usado no seio, além do próprio leite materno (no caso de fissuras, pois possui potente efeito cicatrizante) e a prática de manter as mamas sempre secas (podendo tomar sol moderadamente).
Não é necessário que a mãe utilize nenhum recurso para aumentar a produção do leite. O grande segredo é uma pega correta, se hidratar e se possível descansar muito!
Não é necessário que a mãe utilize nenhum recurso para aumentar a produção do leite. O grande segredo é uma pega correta, se hidratar e se possível descansar muito!
Coisas que você nunca deve dizer à uma mãe que amamenta
By : Unknown"A amamentação tem um alto índice de fracasso em nossa sociedade e as causas estão na desinformação e mitos que passaram de nossos avós para nossas mães e agora para nossas crianças".
Há muitas questões controversas na maternidade, mas talvez a que gera mais debate é a questão do crescimento do bebê. As mulheres, como mamíferos que somos, sempre cuidou de nossas crianças (ou alguma mulher fez isso por nós). Foi a partir dos anos sessenta, com o advento da "liberalização" da mulher, que se tornou confuso muitos conceitos de que não dar o peito era um sintoma de liberdade juntamente com sua missão na chegada do planejamento familiar.A consequência mais imediata é que, progressivamente, os pediatras começaram a orientar as mães a não amamentarem e muitas pessoas nascidas no final dos anos sessenta e setenta, oitenta, cresceu apenas com o conceito da mamadeira.
Por mais de uma década, as coisas têm corrido de volta para sua forma mais natural, ou seja, no peito e muitos especialistas são dedicados a promover novamente o que é o melhor alimento para o bebê, uma teoria apoiada pela OMS. Se você parar para pensar sobre a amamentação, percebe como perfeito é o corpo humano. Não há nenhuma rachadura neste poder, a menos que, é claro, a mãe esteja gravemente doente.
Além disso, ninguém pode ignorar que, mesmo muitas mulheres do terceiro mundo vivem em condições miseráveis em pobreza, e mesmo assim praticam a amamentação. Apesar da perfeição do mecanismo da amamentação ter uma taxa elevada de insucesso em nossa sociedade, as chaves estão na desinformação e nos mitos que foram passados à muitos dos que agora estão com as nossas crianças.
Gostaríamos de falar com uma especialista em alimentação infantil, Martinez Pilar, consultoar de lactação e autora dos livros "Os 5 passos para o Sucesso do Aleitamento Materno" e "Desmame sem lágrimas" e mãe de duas filhas. Ele também tem um blog, "Maternity Continuum" para ajudar as mães que se sentem tão sobrecarregadas como ela quando se tornou mãe.
Pilar acredita que "quando uma mulher se torna mãe também se torna o alvo da opinião dos outros." Não importa se você conhece a pessoa, se é a sua família ou se é um grande amigo, alguém acredita que "deve" ajudar a nova mamãe com sua opinião e às vezes esta pode ser muito 'esmagadora'.
Além disso, se a mãe decidir amamentar, a quantidade e a intensidade de opiniões alcançam limites absolutos, porque a amamentação é completamente pautada em mitos errôneos que atormentam e que variam de geração para geração. Ele acrescenta: "Agora as mães são as mães de filhas há trinta anos atrás, que como regra, alimentou seus filhos com mamadeiras", por isso seu conhecimento de amamentação não é necessariamente bem sucedido (e que nunca realmente é necessário).
A verdade é que uma mãe decide amamentar e fazer a sua decisão como um adulto e deve ser respeitada e apoiada no seu meio ambiente. E isso significa que, os comentários a respeito de sua amamentação, devem ser direcionados para esse fim. No entanto, muitas vezes as mães lactantes ouvem diversas críticas que minam a sua confiança, fazendo-a se sentir mal, fazendo-a a duvidar de sua capacidade de amamentar e até mesmo fazendo-a parar de amamentar.
Todas as mães, sem exceção, recebem muitos comentários sobre como alimentar seu filho, especialmente se você está amamentando. Nós perguntamos quais são os mais comuns e como ajudar a bani-los baseados na ciência, e não no que você diz a sua avó. Estes são os mais comuns (e errôneos):
Há muitas questões controversas na maternidade, mas talvez a que gera mais debate é a questão do crescimento do bebê. As mulheres, como mamíferos que somos, sempre cuidou de nossas crianças (ou alguma mulher fez isso por nós). Foi a partir dos anos sessenta, com o advento da "liberalização" da mulher, que se tornou confuso muitos conceitos de que não dar o peito era um sintoma de liberdade juntamente com sua missão na chegada do planejamento familiar.A consequência mais imediata é que, progressivamente, os pediatras começaram a orientar as mães a não amamentarem e muitas pessoas nascidas no final dos anos sessenta e setenta, oitenta, cresceu apenas com o conceito da mamadeira.
Por mais de uma década, as coisas têm corrido de volta para sua forma mais natural, ou seja, no peito e muitos especialistas são dedicados a promover novamente o que é o melhor alimento para o bebê, uma teoria apoiada pela OMS. Se você parar para pensar sobre a amamentação, percebe como perfeito é o corpo humano. Não há nenhuma rachadura neste poder, a menos que, é claro, a mãe esteja gravemente doente.
Além disso, ninguém pode ignorar que, mesmo muitas mulheres do terceiro mundo vivem em condições miseráveis em pobreza, e mesmo assim praticam a amamentação. Apesar da perfeição do mecanismo da amamentação ter uma taxa elevada de insucesso em nossa sociedade, as chaves estão na desinformação e nos mitos que foram passados à muitos dos que agora estão com as nossas crianças.
Gostaríamos de falar com uma especialista em alimentação infantil, Martinez Pilar, consultoar de lactação e autora dos livros "Os 5 passos para o Sucesso do Aleitamento Materno" e "Desmame sem lágrimas" e mãe de duas filhas. Ele também tem um blog, "Maternity Continuum" para ajudar as mães que se sentem tão sobrecarregadas como ela quando se tornou mãe.
Pilar acredita que "quando uma mulher se torna mãe também se torna o alvo da opinião dos outros." Não importa se você conhece a pessoa, se é a sua família ou se é um grande amigo, alguém acredita que "deve" ajudar a nova mamãe com sua opinião e às vezes esta pode ser muito 'esmagadora'.
Além disso, se a mãe decidir amamentar, a quantidade e a intensidade de opiniões alcançam limites absolutos, porque a amamentação é completamente pautada em mitos errôneos que atormentam e que variam de geração para geração. Ele acrescenta: "Agora as mães são as mães de filhas há trinta anos atrás, que como regra, alimentou seus filhos com mamadeiras", por isso seu conhecimento de amamentação não é necessariamente bem sucedido (e que nunca realmente é necessário).
A verdade é que uma mãe decide amamentar e fazer a sua decisão como um adulto e deve ser respeitada e apoiada no seu meio ambiente. E isso significa que, os comentários a respeito de sua amamentação, devem ser direcionados para esse fim. No entanto, muitas vezes as mães lactantes ouvem diversas críticas que minam a sua confiança, fazendo-a se sentir mal, fazendo-a a duvidar de sua capacidade de amamentar e até mesmo fazendo-a parar de amamentar.
Todas as mães, sem exceção, recebem muitos comentários sobre como alimentar seu filho, especialmente se você está amamentando. Nós perguntamos quais são os mais comuns e como ajudar a bani-los baseados na ciência, e não no que você diz a sua avó. Estes são os mais comuns (e errôneos):
Ele quer mamar novamente ? Mas você acabou de fazê-lo!
Menos respeitoso ou variante: "Este bebê está o dia todo na teta!"
Os bebês têm um estômago muito pequeno e costumam comer muito frequentemente. Além do leite materno ser muito bem digerido por um bebê recém-nascido ou de poucos meses, três ou quatro horas novamente depois no peito, é uma utopia. Além disso, a produção de leite é baseada na demanda. Quanto mais sucção, mais produção, melhor e mais conveniente é para o bebê amamentado sob demanda (on demand), ou a cada três horas ou a cada meia hora;
Eu acho que ainda tem fome, porque o seu leite é fraco!
Não é possível que uma mãe não tenha leite para alimentar o seu bebê. O leite materno é o alimento ideal para os bebês, nada pode combiná-lo (muito menos superá-lo). A qualidade do leite materno só poderia estar em risco se a mãe teve grandes problemas de desnutrição e ainda que esta reivindicação não tenha base sólida. Muitas coisas podem acontecer, mas o leite não é fraco.
Porque se confunde tanto com a mamadeira?
O aleitamento materno é uma das coisas mais ternas e preciosas do mundo, mas pode ser estressante às vezes. Se uma mãe se queixa de que ela está cansada, é melhor oferecer ajuda com a casa, com os irmãos mais velhos, com a comida ... Mas não é uma boa idéia questionar a sua amamentação.
Amamentar ou não, é uma decisão a ser tomada pela mãe e o seu entorno deve compreender e apoiar sua decisão e respeitar o que ela decidir. Não se esqueça que estamos falando de uma mulher adulta que é a mãe.
Esta criança precisa de horários!
A amamentação deve ser oferecida em Livre Demanda. Não faz sentido colocar horários para um bebê durante o dia é a noite. Alimentação sobre demanda garante uma boa produção de leite e uma auto alimentação para o bebê (prevenindo muitos problemas alimentares no futuro).
Se você der mamadeira, nada de errado vai acontecer!
Eu ainda lembro que estamos falando de um adulto que tem capacidade de tomar a decisão de amamentar. Nenhuma pergunta é necessária sempre que houver qualquer dificuldade. Então, se a mãe tem um problema de amamentação ou precisa de ajuda, o melhor é oferecê-la, e não pressioná-la a jogar a toalha na primeira oportunidade. Algumas mães não se importa de dar mamadeira de vez em quando, mas há outras que não querem fazê-lo e enxerga isso como um fracasso da lactação, por isso é melhor não recomendá-la.
Meus filhos cresceram com a mamadeira e veja como são fortes
Variante : Com mamadeira e bem criados
Perfeito, toda mãe escolhe o estilo de criação para seus filhos. A mãe que escolheu a mamadeira o fez na sua opinião, assim como a sua de decidir amamentar exclusivamente, e ambas são igualmente respeitáveis. Na verdade, quase tudo retorna ao mesmo ponto: o apoio e respeito a decisão da mãe.
Se você der a mamadeira, ele vai dormir mais à noite!
Alguns bebês acordar muitas vezes mamando no peito e alguns bebês acordam muitas vezes mamando na mamadeira. Embora seja verdade que a fórmula é de difícil de digestão e pode resultar em um bebê que leva mais tempo para acordar, a mãe deve saber quase eliminar as mamadas noturnas do bebê, terá menor produção de leite materno durante o dia. Isto é, talvez com este conselho, estamos colocando em risco a amamentação e não a dormir mais.
Menos respeitoso ou variante: "Este bebê está o dia todo na teta!"
Os bebês têm um estômago muito pequeno e costumam comer muito frequentemente. Além do leite materno ser muito bem digerido por um bebê recém-nascido ou de poucos meses, três ou quatro horas novamente depois no peito, é uma utopia. Além disso, a produção de leite é baseada na demanda. Quanto mais sucção, mais produção, melhor e mais conveniente é para o bebê amamentado sob demanda (on demand), ou a cada três horas ou a cada meia hora;
Eu acho que ainda tem fome, porque o seu leite é fraco!
Não é possível que uma mãe não tenha leite para alimentar o seu bebê. O leite materno é o alimento ideal para os bebês, nada pode combiná-lo (muito menos superá-lo). A qualidade do leite materno só poderia estar em risco se a mãe teve grandes problemas de desnutrição e ainda que esta reivindicação não tenha base sólida. Muitas coisas podem acontecer, mas o leite não é fraco.
Porque se confunde tanto com a mamadeira?
O aleitamento materno é uma das coisas mais ternas e preciosas do mundo, mas pode ser estressante às vezes. Se uma mãe se queixa de que ela está cansada, é melhor oferecer ajuda com a casa, com os irmãos mais velhos, com a comida ... Mas não é uma boa idéia questionar a sua amamentação.
Amamentar ou não, é uma decisão a ser tomada pela mãe e o seu entorno deve compreender e apoiar sua decisão e respeitar o que ela decidir. Não se esqueça que estamos falando de uma mulher adulta que é a mãe.
Esta criança precisa de horários!
A amamentação deve ser oferecida em Livre Demanda. Não faz sentido colocar horários para um bebê durante o dia é a noite. Alimentação sobre demanda garante uma boa produção de leite e uma auto alimentação para o bebê (prevenindo muitos problemas alimentares no futuro).
Se você der mamadeira, nada de errado vai acontecer!
Eu ainda lembro que estamos falando de um adulto que tem capacidade de tomar a decisão de amamentar. Nenhuma pergunta é necessária sempre que houver qualquer dificuldade. Então, se a mãe tem um problema de amamentação ou precisa de ajuda, o melhor é oferecê-la, e não pressioná-la a jogar a toalha na primeira oportunidade. Algumas mães não se importa de dar mamadeira de vez em quando, mas há outras que não querem fazê-lo e enxerga isso como um fracasso da lactação, por isso é melhor não recomendá-la.
Meus filhos cresceram com a mamadeira e veja como são fortes
Variante : Com mamadeira e bem criados
Perfeito, toda mãe escolhe o estilo de criação para seus filhos. A mãe que escolheu a mamadeira o fez na sua opinião, assim como a sua de decidir amamentar exclusivamente, e ambas são igualmente respeitáveis. Na verdade, quase tudo retorna ao mesmo ponto: o apoio e respeito a decisão da mãe.
Se você der a mamadeira, ele vai dormir mais à noite!
Alguns bebês acordar muitas vezes mamando no peito e alguns bebês acordam muitas vezes mamando na mamadeira. Embora seja verdade que a fórmula é de difícil de digestão e pode resultar em um bebê que leva mais tempo para acordar, a mãe deve saber quase eliminar as mamadas noturnas do bebê, terá menor produção de leite materno durante o dia. Isto é, talvez com este conselho, estamos colocando em risco a amamentação e não a dormir mais.
Se você tirar o peito, o pai pode ser ficar mais envolvido na criação dos filhos!
Um bebê precisa de muitos cuidados. O pai pode participar de paternidade com muitas outras coisas: banho do bebê, curativos, troca de fraldas, fazer uma caminhada, fazê-lo domir, fazer uma massagem, cantar uma canção de ninar, brincar com ele, ler uma história...Não sei por que esse conselho é dado porque faz pouco sentido. Idealmente o pai envolvido em cuidar do bebê para você, elepode fazer tudo, exceto amamentar.
Quando você vai para de amamentar?
Muitas mulheres se incomodam muito com esta pergunta. Muitos me dizem "comecei a amamentar e parece que todo mundo quer que eu pare, porque?" é a típica pergunta que as mães amamentam fazer quase todos os dias no hospital. Algumas mães decidiram quanto tempo irão amamentar, outras não e outras estão mudando os seus planos assim como o bebê cresce, e portanto, quem se importa quando tempo é o ideal? Por que perguntar sobre isso? Será que realmente se preocupam com a resposta ou é só para quebrar o silêncio? Se você não tem nada para dizer, o melhor é comentar o quanto o bebê é bonito e ir embora. Além disso, embora muitas pessoas não sabem que a OMS e da Associação Espanhola de Pediatria recomendam a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida e com outros alimentos até pelo menos os dois primeiros anos e que, após este tempo, até que a mãe e o bebê decidam. Quero dizer, que embora nós possamos perguntar se um bebê será amamentado por mais de um ano, a verdade é que, é o normal e recomendado por todos os órgãos do governo.
A amamentação é uma escravidão e não te deixar de fazer nada!
Depende de quem. Há pessoas que consideram que amamentar é pesado, porém muitas mulheres pensam que é muito mais conveniente do que ter que preparar uma mamadeira e em qualquer lugar que for, ter de esterilizar, carregar bolsas e mamadeiras, leite em pó, água filtrada... Na minha opinião o aleitamento materno permite que você faça tudo como o artificial, mas com muito menos trabalho.
Conclusão
Críticas gratuitas são quase sempre enfadonhas, mas no caso de uma mãe em período de lactação , pode ser muito desestabilizador porque no período pós-parto (que alguns autores defendem que podem durar dois anos) os hormônios são muito alterados e grandes mudanças ocorrem fisicamente e emocionalmente, que impede que a mãe pode ser criticada como crítica "construtiva" e responder a elas com o seu nível habitual de raciocínio. Tudo isto, assumindo que os comentários vêm com boas intenções ...
Então, se você conhece alguém que decidiu amamentar o seu filho e não sabe o que dizer, melhor não dizer nada.
Um bebê precisa de muitos cuidados. O pai pode participar de paternidade com muitas outras coisas: banho do bebê, curativos, troca de fraldas, fazer uma caminhada, fazê-lo domir, fazer uma massagem, cantar uma canção de ninar, brincar com ele, ler uma história...Não sei por que esse conselho é dado porque faz pouco sentido. Idealmente o pai envolvido em cuidar do bebê para você, elepode fazer tudo, exceto amamentar.
Quando você vai para de amamentar?
Muitas mulheres se incomodam muito com esta pergunta. Muitos me dizem "comecei a amamentar e parece que todo mundo quer que eu pare, porque?" é a típica pergunta que as mães amamentam fazer quase todos os dias no hospital. Algumas mães decidiram quanto tempo irão amamentar, outras não e outras estão mudando os seus planos assim como o bebê cresce, e portanto, quem se importa quando tempo é o ideal? Por que perguntar sobre isso? Será que realmente se preocupam com a resposta ou é só para quebrar o silêncio? Se você não tem nada para dizer, o melhor é comentar o quanto o bebê é bonito e ir embora. Além disso, embora muitas pessoas não sabem que a OMS e da Associação Espanhola de Pediatria recomendam a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida e com outros alimentos até pelo menos os dois primeiros anos e que, após este tempo, até que a mãe e o bebê decidam. Quero dizer, que embora nós possamos perguntar se um bebê será amamentado por mais de um ano, a verdade é que, é o normal e recomendado por todos os órgãos do governo.
A amamentação é uma escravidão e não te deixar de fazer nada!
Depende de quem. Há pessoas que consideram que amamentar é pesado, porém muitas mulheres pensam que é muito mais conveniente do que ter que preparar uma mamadeira e em qualquer lugar que for, ter de esterilizar, carregar bolsas e mamadeiras, leite em pó, água filtrada... Na minha opinião o aleitamento materno permite que você faça tudo como o artificial, mas com muito menos trabalho.
Conclusão
Críticas gratuitas são quase sempre enfadonhas, mas no caso de uma mãe em período de lactação , pode ser muito desestabilizador porque no período pós-parto (que alguns autores defendem que podem durar dois anos) os hormônios são muito alterados e grandes mudanças ocorrem fisicamente e emocionalmente, que impede que a mãe pode ser criticada como crítica "construtiva" e responder a elas com o seu nível habitual de raciocínio. Tudo isto, assumindo que os comentários vêm com boas intenções ...
Então, se você conhece alguém que decidiu amamentar o seu filho e não sabe o que dizer, melhor não dizer nada.
Por Gema Lendoiro
FONTE: http://www.abc.es
Tradução: Simone De Carvalho
Você deve amamentar o seu bebê para dormir?
By : UnknownEntre todas os conselhos que você provavelmente ouve sobre o sono dos bebês, o mais comum seja: "nunca permita que seu bebê durma no seio!". E mais, que irá acostumá-lo ao péssimo hábito de dormir "pendurado" e de que nunca aprenderá a se saciar.
Estes conselhos porém, são irrealistas e até impraticáveis, pois é a prática mais natural do mundo para relaxar o seu bebê e para se aconchegar é a mãe dormir juntamente com ele.
O efeito sonífero da amamentação é induzido hormonalmente. O leite materno possui uma variedade de hormônios, dentre eles a ocitocina, a prolactina e a colecistocinina (efeito inibidor do esvaziamento gástrico. Juntamente com a secretina, aumenta a contracção do esfíncter pilórico, impedindo o refluxo gastro-duodenal). Esses hormônios são liberados sa mãe para o bebê durante a amamentação e tem um efeito sedativo para ambos. E também, fornecem neurotransmissores naturais que estimulam o relaxamento. Por isso, quando o bebê larga o peito sonolento e relaxado, temos a impressão de que está "embriagado".
O amamentação noturna pode ser ainda mais eficiente para ajudar o seu bebê a dormir: a melatonina, um hormônio indutor do sono é apenas detecável do leite humano durante o dia, mas os picos podem aumentar durante a noite e variar significativamene durante um período de 24 horas.
Uma avaliação em mães saudáveis demonstrou que em diferentes momentos do dia, foram encontradas concentrações de nucleotídeos maiores na indução do sono (proteínas conhecidas por ter um papel importante de relaxamento do sistema nervoso), foram maiores no período noturno.
E, com tantas evidências de que o leite materno realmente ajuda no sono dos bebês, não faz sentido resistir a este processo natural, ou tentar técnicas que podem não fazer o seu bebê dormir realmente tranquilo.
E, no caso de você ainda se importar com os comentários contrários sobre os "maus hábitos" que está criando no seu bebê, nada irá superar os benefício emocional do seu bebê junto de você. E tenho certeza de que no tempo certo, irá dormir tranquilamente na sua cama.
Estes conselhos porém, são irrealistas e até impraticáveis, pois é a prática mais natural do mundo para relaxar o seu bebê e para se aconchegar é a mãe dormir juntamente com ele.
O efeito sonífero da amamentação é induzido hormonalmente. O leite materno possui uma variedade de hormônios, dentre eles a ocitocina, a prolactina e a colecistocinina (efeito inibidor do esvaziamento gástrico. Juntamente com a secretina, aumenta a contracção do esfíncter pilórico, impedindo o refluxo gastro-duodenal). Esses hormônios são liberados sa mãe para o bebê durante a amamentação e tem um efeito sedativo para ambos. E também, fornecem neurotransmissores naturais que estimulam o relaxamento. Por isso, quando o bebê larga o peito sonolento e relaxado, temos a impressão de que está "embriagado".
O amamentação noturna pode ser ainda mais eficiente para ajudar o seu bebê a dormir: a melatonina, um hormônio indutor do sono é apenas detecável do leite humano durante o dia, mas os picos podem aumentar durante a noite e variar significativamene durante um período de 24 horas.
Uma avaliação em mães saudáveis demonstrou que em diferentes momentos do dia, foram encontradas concentrações de nucleotídeos maiores na indução do sono (proteínas conhecidas por ter um papel importante de relaxamento do sistema nervoso), foram maiores no período noturno.
E, com tantas evidências de que o leite materno realmente ajuda no sono dos bebês, não faz sentido resistir a este processo natural, ou tentar técnicas que podem não fazer o seu bebê dormir realmente tranquilo.
E, no caso de você ainda se importar com os comentários contrários sobre os "maus hábitos" que está criando no seu bebê, nada irá superar os benefício emocional do seu bebê junto de você. E tenho certeza de que no tempo certo, irá dormir tranquilamente na sua cama.
Texto Adaptado de: http://www.pinkymckay.com
Simone De Carvalho
Calças de couro
By : Unknown
Um dos materiais que tem se firmado como tendência, vista tanto nos desfiles quanto nas ruas é ocouro. Nesse contexto as calças de couro aparecem como uma peça que chega com força e pode ser considerada um verdadeiro must have da estação mais fria do ano.
Além de nos proteger do frio as calças de couro se apresentam como um item que pode compor vários estilos.
Dependendo da combinação efetuada, a calça poderá dar um ar mais arrumadinho ao seu look, mas também, por meio da sua escolha você dará vida a um visual mais cool, alternativo ou até mesmo com um perfume rocker.
As cores das calças de couro vão além do clássico preto, há tons mais ousados ou igualmente elegantes como o vermelho.
Por ser justa ao corpo, essa peça deve ser usada com acessórios, blusas e casaquinhos mais largos. Blazers e camisetas também são ideais. Peças de tecidos mais leves, com transparência e que sejam símbolos do universo feminino, como a renda, criam um contraste interessante na composição.
Algumas mulheres têm receio de usar calças de couro, pois esse material por si só é sensual e chama muita atenção. Saiba que existem alguns truques para evitar que o look acabe ficando over pelo peso que acalça de couro dá à composição.
Dicas de como usar Calças de couro
Sempre verifique se o modelo se adéqua ao seu corpo, se você possui uma silhueta esguia poderá apostar nas calças de couro coloridas e mais justas.
Mulheres que possuem muito volume na região dos quadris ou do abdômen podem optar pelas calças de couro na cor preta e usá-las com tops que cubram essas regiões.
Se lhe faltam alguns centímetros você poderá alongar a sua silhueta usando calças de couro e scarpins pretos, evitando dar tanto contraste entre as cores dos itens do look. Botas de cano baixo ou alto também são boas opções para os pés.
Em geral, combine as calças de couro com peças leves, como blusas mais soltas, camisas, camisetas, e ainda aposte na combinação com casacos, blazer e jaquetas que darão um ar mais invernal.
Só tome cuidado para não usar a calça de couro muito justa a sua silhueta e não cobrir a região dos quadris com o top, a sua produção correrá o risco de se tornar vulgar.
Cintos, coletes, pulseiras e colares também combinam super bem com essas calças.
Não importa seu estilo, a calça de couro chegou com força para virar peça indispensável. E o melhor é que não tem segredo para usar a peça, basta ter bom senso. Confira a seguir como usar calças de couroem diferentes estilos e para diferentes ocasiões.
Calças de couro para todos os estilos
Durante a noite
Leggings com efeito de couro são tão versáteis que você pode montar looks completamente diferentes. Para ocasiões mais formais, combine a calça com blazer e escarpin, que o visual fica mais sério, sem ficar careta. Agora se for uma festa, pode escolher camisas ou blusas mais ousadas e usar com ankle boot ou uma sandália mais pesada.
Para o dia
Boas combinações nesse caso são feitas com maxi-regatas de tecidos leves, blusas de tricô e casaquinhos. Se desejar aposte também em um look romântico, com bata, sapatilha e acessórios de flores.
Visual chique
O denim pode ser substituído pelo couro e o ar elegante estará garantido. Na hora de combinar a peça, não abra mão de escarpins, que ajudam a deixar o visual mais sério, e combine com uma blusa de seu gosto. Para um look mais ousado aposte em uma parte de cima trabalhada. Se for mais clássica, blazer é a escolha certa.
Look casual
Para o cotidiano dá até para apostar em uma t-shirt de cor forte e alegre. Outra opção é investir em blusas estampadas com motivos gráficos ou florais que também criam um efeito legal com as calças de couro. Você poderá apostar em um visual total black, porém evite maquiagem pesada, como batom escuro ou sombra preta. O visual pode ficar carregado demais.
Composição fashion
As calças de couro também são encontradas nos guarda-roupas de mulheres de atitude que curtem um estilo mais fashion. Modelos de cintura alta combinados a uma blusa sequinha de frio e outra mais descolada por cima torna o look diferenciado. Se quiser vestir um casaco imponente, prefira um look no qual todas as peças sejam de tons parecidos para não pesar no resultado final. Usadas com camisa transparente e sandálias, as calças de couro se tornam ainda mais descoladas.
Com essas dicas não se sinta insegura, aposte na tendência das calças de couro e aqueça o seu inverno com muito estilo.
FONTE: http://www.modafeminina.com.br/post/865-calcas-de-couro/
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calças de couro,
moda,
Sou o que pretendo ser!
By : Unknown“Eu sou menos mal do que falam. Menos legal do que parece. A cor da pele é falsa e os desenhos saem na água. O nariz é bonitinho, mas sem maquiagem eu assusto. Tenho pouco cabelo, no inverno as unhas do pé são feias e eu falo demais. Ainda não cansei de ser eu. Mesmo não querendo culpar, eu ainda vou desculpar você. No que precisar eu vou ajudar. Seja para construir os mais belos castelos, seja para destruir corações. Nesse último caso o coração é sempre o mesmo, o meu. Eu me permito, eu me reinvento, eu minto, eu ressuscito quando não se espera. Ou simplesmente não desejam. Eu digo quantos eu te amo eu quiser. Eu mordo a língua até cair. Minha cara de pau já é de aço. Falo mal de ti, de mim e dos anos que nós dois passaremos juntos. Faço piada da desgraça. Tenho as lágrimas gordas e pouco saco. Sou escorpião. Sou leoa. Sou capricornio. Mas não sou virgem. Quero dinheiro, comer tudo que vejo e um dia me adaptar realmente ao mundo. Mudei mas não cresci. Não estou nem aí para o sistema mas voltava para casa quando minha mãe mandava. Sou clichê. Sou impulso. Sou avesso, contradição, carnal, sou dúvida. Eu manipulo se der. Dou boas vindas as conseqüências e reafirmo, não sei viver de médias expectativas. Sou um, dois, três personagens por dia. Sou malandra, aprendi a jogar sujo sem me importar. Mas apaixonada por ti eu serei o que quiseres. Monofásica. Insaciável. Vidro. Sou todos os pronomes possessivos. Artigo indefinido. O perfume mais enjoado, o meu pior inimigo e, mesmo assim, ainda o filme mais assistido. Eu sou tudo aquilo que eu quero ser quando crescer.”
Tag :
autobiográfico,
Tudo a ver comigo.. exatamente eu!
By : UnknownI hate the world today
You're so good to me
I know but I can't change
tried to tell you
but you look at me like maybe I'm an angel underneath
innocent and sweet
Yesterday I cried
You must have been relieved to see the softer side
I can understand how you'd be so confused
I don't envy you
I'm a little bit of everything
all rolled into one
I'm a bitch, I'm a lover
I'm a child, I'm a mother
I'm a sinner, I'm a saint
I do not feel ashamed
I'm your hell, I'm your dream
I'm nothing in between
You know you wouldn't want it any other way
So take me as I am
This may mean you'll have to be a stronger man
Rest assured that when I start to make you nervous
and I'm going to extremes
tomorrow I will change and today won't mean a thing
Just when you think you've got me figured out
the season's already changing
I think it's cool you do what you do and don't try to save me
I'm a bitch, I'm a tease
I'm a goddess on my knees
when you hurt, when you suffer
I'm your angel undercover
I've been numbed, I'm revived
can't say I'm not alive
You know I wouldn't want it any other way
Tag :
autobiográfico,
Pra perder peso...
By : Unknown“Vou atrás de um outro jeito de viver a minha vida, já que em qualquer situação diferente estarei lucrando. Mas antes faço questão de te dizer três coisas. Primeira: você não é tão interessante quanto pensa. Não mesmo. Tive bem mais decepções do que surpresas durante o tempo em que estivemos juntos. Segunda: não vou sentir falta do teu corpo. Já tive melhores, posso ter novamente, provavelmente terei. Possivelmente ainda esta semana. Terceira: fiquei com um certo nojo de você. Não sei por quê, mas sua lembrança, hoje, me dá asco. Quando eu quiser dar uma emagrecida, vou voltar a pensar em você por uns dias.”
Fernanda Young
Tag :
autobiográfico,
By : Unknown
“Já fui mal interpretada. Mal usada. Mal amada. Já fui mal várias vezes e em várias situações. Não sou o tipo de mulher que usa veneno para mostrar-se superior aos outros. Sou do tipo de mulher que quando ama um homem e a felicidade dele não estar em minhas mãos, deixo que ele seja livre para encontrá-la. Sou o tipo de mulher que adora sapatos, come compulsivamente quando está ansiosa e chora por qualquer coisa que emocione. Sou o tipo de mulher que não dispensa uma boa fofoca, uma boa conversa e um bom abraço. Sou o tipo de mulher que fica com muita raiva, mas depois de cinco minutos já esquece por que está assim. Sou do tipo de mulher que adora estar com aquela melhor amiga, é viciada em livros e muito autocrítica. Sou o tipo de mulher que quando briga não diz muita coisa, mas depois se arrepende por ver que poderia ter se saído melhor. Sou o tipo de mulher que adora dar conselhos, sabe ser engraçada e tem vergonha de dançar. Sou exatamente aquele tipo que busca a felicidade nas coisas mais simples e pequenas da vida. E se cai, levanta. E se quer chorar, sorri. E se quer gritar, ela sussurra. Posso ser complexa, bipolar e enigmática. Mas sou mulher.”
“Já fui mal interpretada. Mal usada. Mal amada. Já fui mal várias vezes e em várias situações. Não sou o tipo de mulher que usa veneno para mostrar-se superior aos outros. Sou do tipo de mulher que quando ama um homem e a felicidade dele não estar em minhas mãos, deixo que ele seja livre para encontrá-la. Sou o tipo de mulher que adora sapatos, come compulsivamente quando está ansiosa e chora por qualquer coisa que emocione. Sou o tipo de mulher que não dispensa uma boa fofoca, uma boa conversa e um bom abraço. Sou o tipo de mulher que fica com muita raiva, mas depois de cinco minutos já esquece por que está assim. Sou do tipo de mulher que adora estar com aquela melhor amiga, é viciada em livros e muito autocrítica. Sou o tipo de mulher que quando briga não diz muita coisa, mas depois se arrepende por ver que poderia ter se saído melhor. Sou o tipo de mulher que adora dar conselhos, sabe ser engraçada e tem vergonha de dançar. Sou exatamente aquele tipo que busca a felicidade nas coisas mais simples e pequenas da vida. E se cai, levanta. E se quer chorar, sorri. E se quer gritar, ela sussurra. Posso ser complexa, bipolar e enigmática. Mas sou mulher.”
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autobiográfico,
Dor
By : UnknownÉ incrível como um sentimento, em absoluto e ao mesmo tempo, pode ser tão construtivo e avassalador. Não dá pra crer em tudo o que a dor proporciona.. as lágrimas, o desespero, o desatino, a revolta, a mágoa, a frustração.. da mesma forma que te impulsiona pro algo mais, te faz desejar perdidamente um foco, te faz perceber cada sentido e cada detalhe, pra quem sabe assim de alguma forma, consigamos enxergar numa perspectiva diferente de tudo o que já nos habituamos a viver.. e aceitar... e compreender... aliás, acho que compreender é o maior problema de todos, porque a falta de compreensão gera polêmica, dúvida... angustia e no final acaba levando à dor... Nessas horas eu sempre me pergunto, que mundo é esse onde somos obrigados a compreender tudo o que acontece? Por quê isso? Já dizia Fernando Pessoa “Pensar é não compreender, é estar doente dos olhos”.. como confiar em sentidos que as vezes, falham na sua maioria... é tudo tão confuso.. dá tensão só de pensar em quantas coisas existem por aí e eu simplesmente desconheço, muito menos compreendo, e esse pouco que eu tento entender, viver e sentir já me causa tanto desatino!?
Vivemos num mundo onde nos cobramos ter uma posição sobre tudo só que pra isso é preciso que compreendamos muitas coisas.. e não só isso.. e quando se trata de compreender as outras pessoas... como fazer ter sentido pra mim um pensamento ou sentimento de outro alguém? Simplesmente não tem nexo.. para pra pensar nas coisas e principalmente nas pessoas ao redor, nas suas ações, nos acontecimentos do mundo... as coisas não tem sincronia, tudo parece tão bagunçado e perdido.. mas em meio ao vão.. no final, de uma forma magicamente misteriosa.. tudo acaba dando certo.. não dá pra entender, mas também definitivamente não quero.. acordo todo dia apenas ansiando que tudo dê certo no fim, porque pra mim é o que vai importar!
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autobiográfico,
By : Unknown
Não pode ser normal esse meu jeito, esses meus princípios, as minhas escolhas. O errado me atrai e o correto me enjoa. A insegurança anda ao meu lado, mas não me impede de arriscar. Vejo o mundo de outra forma, pessoas monótonas e repetitivas à minha volta, mas ao mesmo tempo tudo acaba sendo tão diferente. Pessoas bonitas e legais não me chamam a atenção, prefiro me envolver com as misteriosas e interessantes. Ser feliz sempre e viver de amor 24h é nostalgico, prefiro as incertezas, às vezes até as tristezas do erro, para me fazer crescer. Adoro estar rodeada de pessoas, mas ao mesmo tempo adoro ficar comigo mesma, com meus pensamentos, com minhas vontades, minhas loucuras. Ligo muito para o que os outros pensam, porém também quero que todas opiniões ruins se explodam junto com quem as pensam. Não acordo todo dia de bom humor, mas não deixo que isso passe para outras pessoas, aliás, não sou tão egoísta a esse ponto. Adoro estar com meus amigos e chamar a atenção, mas também odeio quando sou alvo de olhares.
Não pode ser normal esse meu jeito, esses meus princípios, as minhas escolhas. O errado me atrai e o correto me enjoa. A insegurança anda ao meu lado, mas não me impede de arriscar. Vejo o mundo de outra forma, pessoas monótonas e repetitivas à minha volta, mas ao mesmo tempo tudo acaba sendo tão diferente. Pessoas bonitas e legais não me chamam a atenção, prefiro me envolver com as misteriosas e interessantes. Ser feliz sempre e viver de amor 24h é nostalgico, prefiro as incertezas, às vezes até as tristezas do erro, para me fazer crescer. Adoro estar rodeada de pessoas, mas ao mesmo tempo adoro ficar comigo mesma, com meus pensamentos, com minhas vontades, minhas loucuras. Ligo muito para o que os outros pensam, porém também quero que todas opiniões ruins se explodam junto com quem as pensam. Não acordo todo dia de bom humor, mas não deixo que isso passe para outras pessoas, aliás, não sou tão egoísta a esse ponto. Adoro estar com meus amigos e chamar a atenção, mas também odeio quando sou alvo de olhares.
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autobiográfico,
Confiar não é luxo!
By : UnknownTenho uma relação intensa com a vida. Sou extremamente teimosa, confesso que não sou uma pessoa fácil. Costumo ser sincera com as pessoas, e acho isso uma das minhas maiores virtudes. Odeio mentiras. Odeio preconceitos. Odeio quem quer passar por cima de todo mundo. Mas não consigo odiar ninguém. Não julgo as pessoas por aparências e esse comportamento se espelha em todos os setores da minha vida. Enquanto muitos se satisfazem com o que é visível aos olhos, exijo muito mais de mim e das pessoas ao meu redor. E ao contrário do que muita gente pensa, estou muito mais interessada nos prazeres da vida do que no valor das coisas. Hoje sei que confiança não é questão de luxo, e sim de sobrevivência. Ninguém é feliz sozinho. É preciso haver cumplicidade, entrega, amor e honestidade.
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autobiográfico,
Experimente me amar!
By : UnknownPode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Acordo pela manhã com ótimo humor mas… Permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza. Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais. Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude. Eu saio em conta, você não gastará muito comigo. Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro, me deixe sozinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. (Então fique comigo quando eu chorar, combinado?). Seja mais forte que eu e menos altruísta! Não se vista tão bem… gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar as vezes, mesmo na sua idade. Leia, escolha seus próprios livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes. Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca … Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua família… isso a gente vê depois… Se calhar… Deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos… Me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar… Experimente me amar!
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autobiográfico,
Forever Alone
By : UnknownLá estou eu em mais umas garrafas de vinho pela metade, risos pela metade, fumaças desenhando algo que quase formou uma imagem, abraços estranhos. Olho pro lado e sinto uma saudade imensa, doída, desesperançada e até cínica. Saudade de alguma coisa ou de alguém, não sei. Talvez de mim, de algum cara que eu conheci, do útero da minha mãe, do meu anjo da guarda, do meu Pai, de algum amor verdadeiro que durou um segundo, de uma cena perfeita que meu inconsciente formou na infância e que eu me encarreguei de acreditar como sendo meu futuro. Meus amigos me adoram e talvez chorariam se eu morresse. Mas será que eles sabem que eu penso sempre na morte? Será que eles sabem que aquela garota alí no canto da mesa, de decote, rindo pra caramba, contando mais uma de suas aventuras vazias e descartáveis, acorda todos os dias pensando: o que eu realmente quero com essa vida? Como eu faço pra ser feliz? Será que eles sabem que se eu estou morrendo de rir agora, daqui a pouco vou morrer de chorar? E vice-versa? E isso 24 horas por dia? E isso mesmo com remedio, mesmo com macumba, mesmo com espiritismo, mesmo com o namoradinho da semana. Será que eles sabem o tanto que eu sofro e o tanto que eu não sofro a cada segundo? Minha melhor amiga me ama muito, mas ela adora que eu seja o erro em pessoa só para ela se sentir o acerto em pessoa. Meu melhor amigo me chamou de infeliz um dia e eu nunca mais consegui rir da infelicidade dele. Meu outro amigo me adora, muito, mas se pudesse, de verdade, ele trepava comigo a noite inteira e nem falava comigo no dia seguinte. Meus amigos me amam, muito, mas nem o máximo de amor de uma pessoa chega perto do que deveria ser amor. Amor não significa mais amor. E eu, mais uma vez, olho para o lado morrendo de saudade dessa coisa que eu não sei o que é. Dessa coisa que talvez seja amor. Sinto um nojo enorme e desesperador de todos os afetos em pílulas que posso ganhar. Fulano me acha a melhor companhia do mundo mas, pensando bem, ele pode desfilar com meninas mais bonitas por aí. Fulano pensa em mim todos os dias mas, pensando bem, ele tem que curtir a vida com seu carro novo. Fulano se diverte horrores comigo mas, pensando bem, ele também curte aquela menina tatuada que eu nem sei quem é e no fundo to pouco me fudendo. Fulano passeou de mãos dadas comigo naquele fim de tarde que mereceu nossos aplausos, mas, quer saber? Eu não sirvo pra ele,ele já me trocou por outra menos complicada. Odeio todas as minhas pílulas, odeio todos os amores baratos, curtos e não amores que eu inventei só para pular uma semana sem dor. A cada semana sem dor que eu pulo, pareço acumular uma vida de dor. Preciso parar, preciso esperar. Mas a solidão dói e eu sigo inventando personagens. Odeio minha fraqueza em me enganar e mais ainda a dor que vem depois dos dias entorpecidos. Eu invento amor, sim. E dói admitir isso. Mas é que não aguento mais não dar um rosto para a minha saudade. E não aguento mais os copos, as fumaças, os amigos, as intenções e as bolinhas de guardanapo pela metade. É tudo pela metade. Ao menos a minha fantasia é por inteiro. Enquanto dura. No final bruto, seco e silencioso da melhor festa do mundo que nem começou, é sempre isso mesmo. Eu aqui comendo meu sucrilhos na frente dessa merda de PC ouvindo música triste meio querendo chorar, meio querendo mentir sobre a vida até acreditar. Aí eu limpo a maquiagem e percebo que não faz o menor sentido ser uma criança chorona preocupada. Aí eu me acho louca. E aí eu deito pra dormir e penso em sacanagem, mas também penso em coisas bonitinhas. E eu rezo pedindo a Deus que não espere mais eu ser legal para ser legal comigo, porque eu to esperando ele ser legal comigo para ser legal. Aí eu penso que ele já é legal comigo e que, talvez, eu já seja legal com ele. E que tá tudo bem. Mas se eu penso que tá tudo bem nesse segundo, isso só significa que vou pensar o oposto no segundo seguinte. E que eu escrevi “ele” sem maiúscula mesmo, porque amigo íntimo a gente não fica com essa coisa de endeusar. E eu queria que Ele fosse meu amigo íntimo, ou ao menos existisse. E quando vou ver, já dormi. Sozinha.
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autobiográfico,
By : Unknown
“Mulher tem faro, não se contenta com a embalagem. É bem mais comum ver uma mulher linda acompanhada de um homem aparentemente sem graça do que o contrário. Não é (só) porque a concorrência é implacável e nos contentamos com o que sobra. É porque mulher tem raio-x: consegue olhar o que se esconde lá dentro. Se além de um belo coração e um cérebro em atividade ele ainda for apetecível, é lucro. Pena que a recíproca raramente seja verdadeira. Economizaríamos fortunas em cabeleireiros e academias se os homens fossem direto ao que interessa, na alma e no espírito, para os quais não adianta maquiagem.”
Martha Medeiros
“Mulher tem faro, não se contenta com a embalagem. É bem mais comum ver uma mulher linda acompanhada de um homem aparentemente sem graça do que o contrário. Não é (só) porque a concorrência é implacável e nos contentamos com o que sobra. É porque mulher tem raio-x: consegue olhar o que se esconde lá dentro. Se além de um belo coração e um cérebro em atividade ele ainda for apetecível, é lucro. Pena que a recíproca raramente seja verdadeira. Economizaríamos fortunas em cabeleireiros e academias se os homens fossem direto ao que interessa, na alma e no espírito, para os quais não adianta maquiagem.”
Martha Medeiros
Pessoas de plástico
By : Unknown
Sabe, eu sou a pessoa mais voluntariosa que eu conheço e todas as vezes que eu abro mão de ser assim eu me dano. Toda vez que eu tento ser razoável quando não deveria ser, eu me dano.
Toda vez que eu tento dar uma segunda chance a quem não merecia a primeira, eu me dano.
Toda vez que eu tento ser exatamente o que não é da minha natureza ser, eu me dano.
Seria isso o universo conspirando pra que eu nunca mude, ou mesmo só o mundo me provando que mudanças não são fáceis?
A meu ver, estou na meia idade, até porquê não pretendo passar da segunda década dos famosos "enta". Estou na meia idade, mal vivi, agora que estou começando a agregar oq os anciãos chamam de conhecimento e sabe qual o meu sentimento com relação ao mundo, as pessoas, á vida e aos sentimentos: extremamente cansada.
É o jeito mais simples e assertivo de traduzir o que me domina, to cansada de amores inventados, amizades unilaterais e normalidade abusiva. Tô cansada de viver num mundo onde tenho que viver tentando me adaptar, pq oq eu realmente acho, choca, fere e destrói.
Cansada de pessoas de plástico, esse tipo raso que foge á tão sonhada intensidade e o tipo descolado, onde inteligência é palavra desconhecida no dicionário. Em outras palavras eu tô cansada desse povo burro e primata, não vivem sentimentos, apenas sensações, não raciocinam, são impulsivos, não agem de acordo com sentimentos, só sensações, apenas isso. Não sonham o que é estar com alguém, não sabem o sentido de permanecer, são descartáveis e tratam aos semelhantes como descartáveis.
Queria só por um momento ter a sensação de que tudo o que vivo e vivi até agora valeu a pena, de que cada pessoa que passou pela minha vida e deixou um pouco dela comigo, até mesmo os rasos e descolados, pois sou uma pessoa que tenho costume de cultivar as sementinhas que me são dadas, enfim, queria a sensação de que o pouquinho de mim que foi deixado com essas pessoas frutificou, pois pra cada uma que passou na minha vida, a única certeza que podem ter de mim, é que tiveram o meu melhor, não tenho o hábito de partilhar sementes podres, portanto, queria sentir apenas por um momento, um espaço de um segundo que fosse que meu doar até agora nunca foi em vão e que eu consegui fazer todos que tocaram minha vida, pessoas melhores, mais humanas… Pq o meu maior e pior defeito é ser humana demais.
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Quero um namorado que...
By : UnknownNunca me senti tão só.. mas também nunca me senti tão eu. Tem tanta coisa acontecendo, tantas decisões a serem tomadas, tantas iniciativas pra fazer acontecer e u to parada, eu to empacada. Parei, estagnei, não consigo ir nem pra frente e nem pra trás, me sinto presa de alguma forma, sem rumo, não sinto minha liberdade, só consigo sentí-la ao tentarem arrancar de mim, acho que estou pirando…
Estou numa fase ruim, acho que nunca mais vou conseguir me envolver com alguém! Isso é ruim, não quero que seja assim, mas está cada vez mais difícil encontrar alguém que reuna as qualidades que eu prezo, ou melhor, o mínimo de características possíveis: Carinhoso, seguro e fiel.
Tô cansada de só conhecer cara safado, que 9 em cada 10 pensamentos enquanto está conversando comigo seja apenas me levar pra cama, queria um romance, queria alguém que se importasse mas pq gosta de mim, não pq quer me levar pra cama, quero me importar também, quero ter essas pessoa e poder confiar nela, ter um amigo e um amante, mas cada vez toda mais impossível, as relações amorosas estão cada dia mais carnais, quero algo espiritual, algo maior, matar e morrer por alguém.. alguém que me dê um motivo pra nunca deixá-lo pra trás, que seja no mínimo leal.
Só quero um namorado que seja um amigo….
Estou numa fase ruim, acho que nunca mais vou conseguir me envolver com alguém! Isso é ruim, não quero que seja assim, mas está cada vez mais difícil encontrar alguém que reuna as qualidades que eu prezo, ou melhor, o mínimo de características possíveis: Carinhoso, seguro e fiel.
Tô cansada de só conhecer cara safado, que 9 em cada 10 pensamentos enquanto está conversando comigo seja apenas me levar pra cama, queria um romance, queria alguém que se importasse mas pq gosta de mim, não pq quer me levar pra cama, quero me importar também, quero ter essas pessoa e poder confiar nela, ter um amigo e um amante, mas cada vez toda mais impossível, as relações amorosas estão cada dia mais carnais, quero algo espiritual, algo maior, matar e morrer por alguém.. alguém que me dê um motivo pra nunca deixá-lo pra trás, que seja no mínimo leal.
Só quero um namorado que seja um amigo….
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Mais um fim.
By : UnknownE as cortinas fecharam-se mais uma vez na minha vida amorosa! É, mais um ciclo que chegou ao fim na minha vida, e eu não deixo de me questionar.. o que foi que deu errado desta vez? E mais uma vez essa foi uma daquelas vezes que eu tinha certeza que não tinha como dar errado, de 5 relacionamentos, essa foi a segunda vez que me ocorreu isso, porque foram apenas nessas 2 vezes que eu gostei intensamente e que eu realmente me sentia bem de levar o relacionamento pra frente, até....:
Ele começar a me sufocar, em um, essa "fase" demorou 5 anos pra chegou, mas foi avassalador, nesta vez com apenas 5 meses a fase chegou, persistiu até levar tudo embora.. Agora só restei eu, meus sentimento e pensamentos e uma culpa, uma culpa que sempre me corrói, porque nunca nenhum relacionamento dá certo comigo, ou melhor, pq tem data de validade, porque só dá certo por um tempo? EU quero algo pra sempre, eu quero amar pra sempre, eu quero ser da mesma pessoa pra sempre, com todas as crises e decepções que possam vir...!
Eu quero estar com alguém que ame meu jeito mas que saiba chamar minha atenção quando eu exagerar, que se divirta comigo fazendo comprar no mercado, que me respeite e entenda meus limites, eu quero alguém com quem eu possa ter a liberdade e a confiança suficientes pra estar com minhas amigas e ele com os dele, sem pé atrás, curtindo cada um na sua, e no final podermos curtir juntos, sem censura, com muito amor e descontração.
Não quero alguém pra eu podar e nem me podar também, não quero alguém que me provoque ciúmes e nem que tenha ciumes de mim, mas se for inevitável sentí-lo, que saiba controlar e não tente me aprisionar, poruqe eu sou livre e eu quero alguém livre, quero alguém ao meu lado, olhando na mesma direção e não algemado em mim...
Porque ter alguém pra sempre, tornou-se tão difícil???
Se alguém souber a resposta, sou toda ouvidos...
Fiquem com Deus gente!
Ele começar a me sufocar, em um, essa "fase" demorou 5 anos pra chegou, mas foi avassalador, nesta vez com apenas 5 meses a fase chegou, persistiu até levar tudo embora.. Agora só restei eu, meus sentimento e pensamentos e uma culpa, uma culpa que sempre me corrói, porque nunca nenhum relacionamento dá certo comigo, ou melhor, pq tem data de validade, porque só dá certo por um tempo? EU quero algo pra sempre, eu quero amar pra sempre, eu quero ser da mesma pessoa pra sempre, com todas as crises e decepções que possam vir...!
Eu quero estar com alguém que ame meu jeito mas que saiba chamar minha atenção quando eu exagerar, que se divirta comigo fazendo comprar no mercado, que me respeite e entenda meus limites, eu quero alguém com quem eu possa ter a liberdade e a confiança suficientes pra estar com minhas amigas e ele com os dele, sem pé atrás, curtindo cada um na sua, e no final podermos curtir juntos, sem censura, com muito amor e descontração.
Não quero alguém pra eu podar e nem me podar também, não quero alguém que me provoque ciúmes e nem que tenha ciumes de mim, mas se for inevitável sentí-lo, que saiba controlar e não tente me aprisionar, poruqe eu sou livre e eu quero alguém livre, quero alguém ao meu lado, olhando na mesma direção e não algemado em mim...
Porque ter alguém pra sempre, tornou-se tão difícil???
Se alguém souber a resposta, sou toda ouvidos...
Fiquem com Deus gente!
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